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Janeiro é mês quente para os shoppings do Brasil

Após o Natal, os shoppings centers se organizam para aproveitar o fluxo de visitantes durante o mês de janeiro. As administradoras investem em eventos, realizam atividades de férias e promovem liquidações e, com isso, o período que no passado era visto como de baixo volume de vendas se transformou em uma excelente oportunidade para as marcas. O mês de janeiro não representa mais uma época de “ressaca” do Natal e ganha relevância para o varejo.

Nos últimos anos, o volume de vendas registradas no primeiro mês do ano vem aumentando. Informações divulgadas pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce) mostram que em janeiro de 2012, alguns shoppings tiveram um aumento de até 5% nas vendas em relação ao mesmo período do ano anterior. Para este ano, as expectativas também são positivas.

As liquidações são tradicionais nesta época e contribuem para o bom resultado. Com a troca de coleções e renovação das linhas de produtos, o comércio oferece preços reduzidos atraindo as pessoas para os estabelecimentos. Muitos consumidores também visitam as lojas para trocar presentes que ganharam de Natal e acabam realizando novas compras.

Os shoppings criam atividades específicas envolvendo temas como férias e verão. O objetivo é atrair cada vez mais pessoas para um dos 458 estabelecimentos existentes no Brasil e manter o ritmo do setor, atualmente responsável por 18,3% do varejo nacional e por 2,7% do PIB, tendo movimentado R$ 108 bilhões em 2011.

Fonte: Por Bruno Garcia – Mundo do Marketing

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Mercado de Cosméticos no Brasil cresce 18,9%

País aparece em terceiro lugar no ranking mundial, atrás apenas dos Estados Unidos e Japão, liderando consumo de produtos infantis, desodorantes e itens de perfumaria

O mercado de cosméticos no Brasil faturou US$ 43 bilhões em 2011, segundo dados do Instituto Euromonitor, apresentando um crescimento de 18,9%, o maior entre os 10 principais mercados do mundo neste setor. O país aparece em terceiro lugar no ranking, com 10,1% de participação, atrás dos Estados Unidos (14,8%) e do Japão (11,1%).

O Brasil lidera o consumo de produtos infantis, desodorantes e artigos de perfumaria e ocupa a segunda colocação em vendas de protetores solares, itens para higiene oral, produtos masculinos e linhas para cabelo e banho. Na categoria de maquiagem, o mercado nacional está em terceiro lugar no ranking mundial.

Os protetores solares tiveram o maior crescimento em vendas no ano de 2011, com um aumento de 20,2% no faturamento. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC) mostram que o setor cresceu 360% nos últimos 16 anos, com uma média de expansão de 10% ao ano.

Fonte: Leticia Muniz - Mundo do Marketing

Mercado de beleza movimenta R$ 30 bilhões no último ano e é visto como promissor

Depois de quatro anos como supervisora de uma equipe de ativação de circuitos de telefone, Patrícia Silvério dos Santos, de 24 anos, está decidida a mudar de área. Para dar início ao sonho de ser maquiadora, ela deu o primeiro passo com um curso profissionalizante. O segundo foi começar a organizar as finanças para abrir o seu próprio negócio de beleza. Com curso superior completo em administração e os novos conhecimentos sobre a área ela pretende montar um ateliê de maquiagens e penteados junto com duas irmãs, que também querem atuar no ramo. “Sei que este é um bom negócio porque as mulheres nunca deixam de arrumar o cabelo, a unha e a se cuidar. Muitas vezes outros gastos ficam em segundo plano, mas a beleza não. A mulher nunca deixa de investir nela mesma”, afirma.

A ideia do novo negócio, que tem previsão de inauguração para o ano que vem, surge em um momento próspero. Em 2011, a indústria brasileira da beleza cresceu 12,8% frente a 2010, com faturamento de R$ 30 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). Para este ano, a expectativa é de que a expansão siga na casa dos dois dígitos.


O desenvolvimento da indústria com a utilização de tecnologia de ponta e aumento da produtividade reflete na redução dos preços dos produtos. Lançamentos constantes, assim como o aumento da expectativa de vida, que traz a necessidade de conservar uma aparência jovem, também estão entre os motivos para o crescimento do setor, segundo a Abihpec.

Os reflexos da boa fase são observados em diversas áreas. Um dos resultados do aquecimento do mercado da beleza é a geração contínua de vagas de trabalho. Em 2010, o setor gerou 4,28 milhões de oportunidades de emprego, sendo 1, 48 milhão em salões de beleza. Isso porque os brasileiros estão entre os mais vaidosos do mundo e o comportamento se reflete de maneira positiva na economia. Entre os fatores que contribuem com o desempenho do setor está a participação crescente da mulher no mercado de trabalho, embora os homens também estejam mais preocupados com o visual.

A formalização dos negócios dos profissionais de beleza é outra prova do fortalecimento do setor. De acordo com levantamento divulgado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, o setor ocupa o segundo lugar no número de formalizações, que correspondem a 10% do total dos registros do Programa Microempreendedor Individual (MEI). A primeira posição fica com o comércio de vestuário, com 13% das formalizações; e a terceira com atividades referentes à alimentação, com 6%.

Assim como a moda, a beleza segue tendências que mudam várias vezes ao ano. Para atender esse mercado, especialistas afirmam que o caminho para o empreendedor é se manter bem informado, buscar cursos de aperfeiçoamento, aprender novas técnicas e participar de encontros com profissionais renomados, grupos de estudos e negócios. Enfim, “manter a mente aberta para novidades”, é o que garante a analista de Educação e

Empreendedorismo do Sebrae-MG, Denise Sapper. “Um profissional capacitado presta atenção ao que os clientes dizem, aos problemas que eles estão enfrentando e se antecipa às soluções. Ele passa a oferecer o mesmo serviço que um outro profissional, porém com mais propriedade”, explica. “Tudo pode ser melhorado sempre e quem pensa assim está de acordo com a tendência no mundo de hoje e acaba ganhando a preferência. Isso justifica, por exemplo, o fato de algumas noivas marcarem horário com até um ano de antecedência”, pondera.

É nesse tipo de profissional, que Patrícia dos Santos se inspira. “Quero investir, fazer novos cursos e oferecer um serviço diferenciado. Como o ramo é amplo, quanto mais qualificação melhor. Os clientes estão muitos exigentes”, diz.

Fonte: Site http://www.em.com.br – Carolina Mansur

Dia das Mães: presenteie sem gerar dívidas

O Dia das Mães é a segunda data mais importante para o varejo brasileiro, atrás apenas do Natal. De acordo com levantamento realizado pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), é esperado um crescimento de 8% a 10% para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo informações do Serasa Experian, 56% dos lojistas apostam que seu faturamento crescerá em relação a 2011; no ano passado, essa parcela era de 59%. Para a data deste ano, 35% dos entrevistados avaliam que seu faturamento ficará estável e para 9% cairá.

Enquanto os comerciantes mantêm as expectativas em relação às vendas, os consumidores que querem presentear suas mães de forma especial devem atentar para que isso não gere dívidas que possam comprometer o orçamento pessoal.

Para evitar problemas financeiros no dia das mães o consultor financeiro Conrado Navarro, do Programa Consumidor Consciente, dá dicas de como gastar com responsabilidade e, ao mesmo tempo, mostrar afeto e consideração.

• Preocupe-se muito mais com ela, suas necessidades, saúde e vida pessoal que com a reação ao presente. Portanto, surpreenda não com um presente caro, mas com o reconhecimento por seu papel tão especial.
• Use a criatividade. Para transformar um objeto que ela deseja em uma lembrança. Se ela gosta de livros, porque não escrever um livro para ela? Repare que você terá que dedicar-se de coração à missão, mas a resposta será muito valiosa.
• Neste período, as lojas anunciam muitas “ofertas”, que nem sempre compensam. Pesquise preços, condições comerciais e planeje-se de forma a manter-se dentro dos limites de seu planejamento financeiro. Evite parcelamentos muitos longos, especialmente acima de 6 meses, para não comprometer o seu orçamento, impedindo ainda que a presenteie em uma futura ocasião. Sua mãe não vai ficar feliz se souber que você se endividou para presenteá-la.
• Se você tem irmãos, a surpresa pode ser ainda mais especial se tiver os custos rateados.
• Por fim, presentear é sempre uma atitude importante, mas ela precisa ser acompanhada de “presença emocional”. Não adianta tentar compensar com um belo presente à ausência, as encrencas e a falta de atenção. Tal atitude não só não resolve a questão (que envolve dialogar, abrir-se e investir tempo na relação), como cria um desequilíbrio financeiro, podendo elevar os níveis de endividamento a patamares perigosos.

Fonte: Site Consumidor Moderno

 

Lançamento de embalagens cresce mais no Brasil do que no mundo em 2012

País registrou aumento de 16,1% no primeiro trimestre do ano contra a média global de 15,9%, segundo levantamento do Laboratório de Embalagem ESPM

Depois de uma queda no número de novos produtos colocados no mercado em 2011, os lançamentos de embalagens voltaram a crescer no primeiro trimestre de 2012. No período, o Brasil atingiu um aumento de 16,1%, com 3.307 embalagens lançadas, contra 2.849 no mesmo trimestre de 2011. O índice alcançado pelo país ficou acima da média global de expansão, que foi de 15,9%, com 76.106 embalagens contra as 65.668 do ano anterior.

Cosméticos continuam dominando globalmente

Entre os 10 mercados, aparecem ainda Reino Unido (2º), Alemanha (3º), França (4º), Japão (6º), China (8º), Canadá (9º) e Itália (10º). Mais uma vez, os cosméticos dominam entre as categorias que mais lançaram embalagens, respondendo por sete das 10 principais. O destaque ficou com esmalte para unhas, que ultrapassou biscoitos doces (4º), chegando à terceira posição.

Em primeiro lugar está maquiagem para os lábios, seguida por cuidado facial/pescoço, que ocupa a segunda posição. Completam o ranking produtos para o corpo (5º), produtos para banho (6º), shampoo (7º), maquiagem para os olhos (8º), bolos e pastelaria (9º) e refeições prontas (10º), que voltou a aparecer na listagem no período.

Naturalidade é destaque no posicionamento dos produtos

O posicionamento destacado nas embalagens evidencia os apelos que os fabricantes consideram atrativos para o público ou as preocupações que os indivíduos têm com os produtos que consomem. Mais uma vez, a naturalidade está destacada no item “sem aditivos/conservantes”, que ocupa a terceira posição, atrás apenas de botânico/herbal e hidratante. Também está em evidência a preocupação com produtos éticos e biodegradáveis (4º).

Completam a listagem tempo/rapidez (5º), duradouro/dura mais (6º), fácil de usar (7º), brilhante/clareador (8º), fortificado com vitaminas (9º) e vegetariano (10º). “A presença dos produtos vegetarianos entre os 10 posicionamentos mais adotados se deve ao ingresso dos supermercados na Índia, o que vem gerando uma onda de lançamentos necessários para abastecer as prateleiras com produtos pré-embalados”, conta Mestriner.

Em relação aos tipos de embalagens mais utilizados neste início de 2012, as flexíveis mantiveram a liderança global, superando a garrafa – de plástico ou vidro, que ocupa a segunda posição, seguida por tubo/bisnaga (3º), frasco (4º), caixa de cartão (5º), sachê flexível (6º), pote (7º), bandeja (8º), lata (9º) e estojo (10º). No Brasil, no entanto, a garrafa ainda lidera o ranking, composto ainda por flexível (2º), tubo/bisnaga (3º), pote (4º), caixa de cartão (5º), frasco (6º), sachê flexível (7º), lata (8º), stand-up pouch flexível (9º) e aerosol (10º).

Fonte: Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing

Renda das mulheres brasileiras em 2012 será de R$717 bilhões

Uma pesquisa realizada pelo instituto Data Popular estima que a renda das mulheres brasileiras em 2012 será de R$717 bilhões. Esse montante é 66% maior em comparação com os dados de 2002 (R$403 bilhões).

Atualmente, a população do país é composta por 98,6 milhões de mulheres, e dessas, 54,6% fazem parte da nova classe média. Há 11 anos esse percentual era de 38,6%, segundo dados do mesmo instituto.

Seguramente, o aumento da participação feminina no mercado de trabalho segue contribuindo para que esses números estejam maiores a cada ano, sem previsão ou estimativa de queda.

80% a 90% das mulheres lideram nas decisões de compra, nas áreas de beleza, alimentação, orçamento doméstico e criação dos filhos.

O número de serviços e produtos criados para atender às mulheres é cada vez mais, visando seu potencial de influência e poder de compra.

Mas apesar delas possuírem grande poder na decisão de compra, setores como bancos, planos de saúde e fitness ainda não as atraem, segundo explica Bruno Maletta, sócio diretor da Sophia Mind, em reportagem do portal Consumidor Moderno, esclarecendo que muitas marcas destes setores “não se fixam na cabeça delas”, deixando de conquistar mais espaço e lucro.

Fonte: Paula Furlan – Site Consumidor Moderno

55% das brasileiras compram ao menos uma peça de roupa por mês

Um estudo analisou os hábitos de consumo de moda de 2.290 brasileiras, entre 18 e 60 anos, e identificou suas preferências e os fatores que podem ou não influenciar a decisão na hora da compra. Entre as entrevistadas, 55% das mulheres disseram comprar alguma peça de roupa mensalmente ou bimestralmente e 22% gastam mais de R$ 200,00 por mês com vestuário. A pesquisa foi realizada pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado.


Entre as peças que mais ocupam o guarda-roupa das mulheres estão: blusas/camisas, 30% das entrevistadas tem em média 11 e 20 peças e 13% possuem mais de 40 peças. A calça é o item que vem em segundo lugar; 49% das mulheres tem entre 6 e 15 peças.


Em relação ao pagamento, a maioria das compras é realizada à prazo (55%) e no cartão de crédito (45%). Apesar disso, se mostra interessante o fato de 44% das compras serem a vista e destes, 24% em dinheiro, deixando de lado pagamentos com cheques, boletos ou outros cartões.

Quando o assunto é promoção, 81% das entrevistadas preferem o desconto na peça, contra 9% que preferem o tipo “compre uma peça e ganhe outra”, 8% que preferem os descontos progressivos e 2% que preferem cupons de descontos.
A variedade e a possibilidade de fazer outras atividades ao mesmo tempo que realizam suas compras justificam a preferência em relação ao local onde são compradas as peças. Os shoppings e as lojas de rua ainda são os preferidos, mas a internet já aparece entre as preferências de parte das consumidoras.

Variedade e a possibilidade de fazer outras atividades ao mesmo tempo que realizam suas compras justificam preferência por locais

O atendimento também é considerado fator decisivo na hora da compra e um atendimento ruim pode ser o fim de um relacionamento entre vendedor e consumidora. Questionadas sobre isso, 41% das mulheres afirmam sair da loja e não voltar mais diante de mau atendimento e 23% não compram e ainda falam mal da loja para outras pessoas. Nesses casos, nem o preço baixo as faria permanecer e tolerar o comportamento.

Fonte: Site Consumidor Moderno

Cuidados na hora de comprar fantasias e abadás para o Carnaval

Poucos dias antes do início do Carnaval, o folião mais animado busca alternativas para vestir nas festas de rua e salões. Mas antes de cair na folia, devidamente trajado e pronto para aproveitar o Carnaval, é preciso prestar atenção a algumas dicas do Procon-SP sobre a compra de fantasias e abadás pela internet.


Ao iniciar a busca, é importante verificar se o site possui um cadeado no canto direito da página, o que significa que a página conta com um sistema de segurança.

Fique atento a todas as informações sobre as características da peça, como cor, tamanho, composição do tecido, além de acessórios agregados.

É essencial definir por escrito a forma de entrega do produto. Neste caso é preciso saber se a roupa será entregue ao consumidor ou retirada por ele em local preestabelecido.

Um dos pontos mais importantes no caso de compras virtuais é notar se na página inicial a empresa possui outros canais de atendimento, como endereço físico e telefone, por exemplo.

Outra dica: salve a tela encontrada, inclusive com os dados da compra. Ao receber ou retirar a encomenda, verifique se tudo está de acordo com o solicitado. Caso contrário, o produto deve ser devolvido, especificando-se o problema na nota de entrega.

Se a escolha para comprar a fantasia for o comércio tradicional, também vale a pesquisa de preços.

Evite a compra em vendedores ambulantes. Apesar de possuir preços menores, o comércio informal não emite nota fiscal, o que impossibilita que o consumidor busque seus direitos em caso de algum problema no produto.

Para as compras feitas fora de um estabelecimento comercial (telefone e internet, por exemplo) há prazo de sete dias, a contar da contratação ou do recebimento do produto, para devolução ou desistência, independente de motivo. O cancelamento deve ser feito por escrito.

O comerciante é obrigado a trocar um produto que apresentar defeito ou não corresponder ao que dizia a propaganda. No caso de bens duráveis o consumidor tem o prazo de 90 dias para reclamar. Para bens não-duráveis o prazo cai para 30 dias.

De qualquer forma se no momento da venda houve a promessa da possibilidade da troca, esta deve ser cumprida, mas o compromisso deve ser registrado por escrito.

Fonte: Consumidor Moderno e Procon-SP

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