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Renda das mulheres brasileiras em 2012 será de R$717 bilhões

Uma pesquisa realizada pelo instituto Data Popular estima que a renda das mulheres brasileiras em 2012 será de R$717 bilhões. Esse montante é 66% maior em comparação com os dados de 2002 (R$403 bilhões).

Atualmente, a população do país é composta por 98,6 milhões de mulheres, e dessas, 54,6% fazem parte da nova classe média. Há 11 anos esse percentual era de 38,6%, segundo dados do mesmo instituto.

Seguramente, o aumento da participação feminina no mercado de trabalho segue contribuindo para que esses números estejam maiores a cada ano, sem previsão ou estimativa de queda.

80% a 90% das mulheres lideram nas decisões de compra, nas áreas de beleza, alimentação, orçamento doméstico e criação dos filhos.

O número de serviços e produtos criados para atender às mulheres é cada vez mais, visando seu potencial de influência e poder de compra.

Mas apesar delas possuírem grande poder na decisão de compra, setores como bancos, planos de saúde e fitness ainda não as atraem, segundo explica Bruno Maletta, sócio diretor da Sophia Mind, em reportagem do portal Consumidor Moderno, esclarecendo que muitas marcas destes setores “não se fixam na cabeça delas”, deixando de conquistar mais espaço e lucro.

Fonte: Paula Furlan – Site Consumidor Moderno

55% das brasileiras compram ao menos uma peça de roupa por mês

Um estudo analisou os hábitos de consumo de moda de 2.290 brasileiras, entre 18 e 60 anos, e identificou suas preferências e os fatores que podem ou não influenciar a decisão na hora da compra. Entre as entrevistadas, 55% das mulheres disseram comprar alguma peça de roupa mensalmente ou bimestralmente e 22% gastam mais de R$ 200,00 por mês com vestuário. A pesquisa foi realizada pela Sophia Mind, empresa de pesquisa e inteligência de mercado.


Entre as peças que mais ocupam o guarda-roupa das mulheres estão: blusas/camisas, 30% das entrevistadas tem em média 11 e 20 peças e 13% possuem mais de 40 peças. A calça é o item que vem em segundo lugar; 49% das mulheres tem entre 6 e 15 peças.


Em relação ao pagamento, a maioria das compras é realizada à prazo (55%) e no cartão de crédito (45%). Apesar disso, se mostra interessante o fato de 44% das compras serem a vista e destes, 24% em dinheiro, deixando de lado pagamentos com cheques, boletos ou outros cartões.

Quando o assunto é promoção, 81% das entrevistadas preferem o desconto na peça, contra 9% que preferem o tipo “compre uma peça e ganhe outra”, 8% que preferem os descontos progressivos e 2% que preferem cupons de descontos.
A variedade e a possibilidade de fazer outras atividades ao mesmo tempo que realizam suas compras justificam a preferência em relação ao local onde são compradas as peças. Os shoppings e as lojas de rua ainda são os preferidos, mas a internet já aparece entre as preferências de parte das consumidoras.

Variedade e a possibilidade de fazer outras atividades ao mesmo tempo que realizam suas compras justificam preferência por locais

O atendimento também é considerado fator decisivo na hora da compra e um atendimento ruim pode ser o fim de um relacionamento entre vendedor e consumidora. Questionadas sobre isso, 41% das mulheres afirmam sair da loja e não voltar mais diante de mau atendimento e 23% não compram e ainda falam mal da loja para outras pessoas. Nesses casos, nem o preço baixo as faria permanecer e tolerar o comportamento.

Fonte: Site Consumidor Moderno

Cuidados na hora de comprar fantasias e abadás para o Carnaval

Poucos dias antes do início do Carnaval, o folião mais animado busca alternativas para vestir nas festas de rua e salões. Mas antes de cair na folia, devidamente trajado e pronto para aproveitar o Carnaval, é preciso prestar atenção a algumas dicas do Procon-SP sobre a compra de fantasias e abadás pela internet.


Ao iniciar a busca, é importante verificar se o site possui um cadeado no canto direito da página, o que significa que a página conta com um sistema de segurança.

Fique atento a todas as informações sobre as características da peça, como cor, tamanho, composição do tecido, além de acessórios agregados.

É essencial definir por escrito a forma de entrega do produto. Neste caso é preciso saber se a roupa será entregue ao consumidor ou retirada por ele em local preestabelecido.

Um dos pontos mais importantes no caso de compras virtuais é notar se na página inicial a empresa possui outros canais de atendimento, como endereço físico e telefone, por exemplo.

Outra dica: salve a tela encontrada, inclusive com os dados da compra. Ao receber ou retirar a encomenda, verifique se tudo está de acordo com o solicitado. Caso contrário, o produto deve ser devolvido, especificando-se o problema na nota de entrega.

Se a escolha para comprar a fantasia for o comércio tradicional, também vale a pesquisa de preços.

Evite a compra em vendedores ambulantes. Apesar de possuir preços menores, o comércio informal não emite nota fiscal, o que impossibilita que o consumidor busque seus direitos em caso de algum problema no produto.

Para as compras feitas fora de um estabelecimento comercial (telefone e internet, por exemplo) há prazo de sete dias, a contar da contratação ou do recebimento do produto, para devolução ou desistência, independente de motivo. O cancelamento deve ser feito por escrito.

O comerciante é obrigado a trocar um produto que apresentar defeito ou não corresponder ao que dizia a propaganda. No caso de bens duráveis o consumidor tem o prazo de 90 dias para reclamar. Para bens não-duráveis o prazo cai para 30 dias.

De qualquer forma se no momento da venda houve a promessa da possibilidade da troca, esta deve ser cumprida, mas o compromisso deve ser registrado por escrito.

Fonte: Consumidor Moderno e Procon-SP

Mulheres da terceira idade investem mais em produtos de beleza

Faturamento anual do setor de cosméticos e maquiagens chega a R$ 30 bi. Tendência é que, dentro de 40 anos, esse valor chegue a R$ 50 bilhões.

Mesmo após os 60 anos, os cuidados com a beleza não deixam de fazer parte da rotina feminina. Nos últimos tempos, as mulheres com mais de 60 anos têm investido cada vez mais em itens de cosméticos e maquiagem, o que vem ajudando as vendas do setor a baterem recordes. Segundo a Associação Brasileira da Indústria da Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), em 2010,o faturamento do setor foi de mais de R$ 27 bilhões. Para 2015, a previsão é que esse valor chegue a R$ 50 bilhões.

Após o banho, os cremes hidratantes e o filtro solar, a aposentada Nilceia Falcão vai para a frente do espelho. “Não saio de casa sem maquiagem. Cuidar da aparência é obrigação, não vaidade”, afirma.

Pesquisa do Sebrae aponta que nove em cada dez mulheres compram cosméticos e seis em cada dez adquirem produtos de maquiagem. Com a melhor distribuição de renda, tanto as mulheres em atividade quanto as aposentadas passaram a gastar mais com a beleza e, dentro de 40 anos, a tendência é que o setor fature o triplo.

Fonte: Site G1

Loja online olook oferece produtos de acordo com o estilo de cada cliente

Imagine um e-commerce repleto de itens inspirados no seu estilo. Sim, ele existe. A loja olook foi criada em dezembro e conta com um sistema especial que realiza testes de personalidade capazes de desvendar quais roupas, sapatos e acessórios melhor combinam com você. A marca utiliza o modelo fast fashion e realiza uma produção rápida, com peças atuais, lançando uma nova coleção a cada mês. Além disso, a olook possui seus próprios designers, responsáveis pela confecção das peças.

O cadastro é grátis, simples e é possível realizar o teste em poucos minutos, após isso, é apresentada uma vitrine repleta de itens inspirados no seu perfil. A compra é fácil e se você indicar 5 amigas para cadastrar-se, ganha R$ 20,00 de crédito. Interessante, não?

O e-commerce recebeu investimento da empresa Venture Capital Monashees e um dos diferenciais é oferecer preços acessíveis, com produtos até 30% mais baratos que o padrão do mercado, o que acaba sendo possível pela ausência de custos de uma loja física.

Acesse: www.olook.com.br

Melhora financeira amplia os gastos no Natal

Cosméticos estão entre os produtos preferidos para presentear

A época das festas já se aproxima e as pessoas estão otimistas para as comemorações. Dois terços dos brasileiros entrevistados (67%) pretendem gastar mais ou a mesma quantia nas compras de Natal deste ano se comparado ao ano anterior. Além disso, 21% pretendem realizar suas compras pela internet e, ainda, utilizá-la como ferramenta de pesquisa de opiniões e preços. Estes são alguns dos principais resultados apontados na “Pesquisa de Natal 2011- Intenções e expectativas do consumidor brasileiro”, realizada pela Deloitte com 1068 consumidores durante o mês de outubro.

Situação financeira

Durante a pesquisa, os brasileiros também avaliaram a situação financeira das famílias. 56% deles acreditam que estão melhor financeiramente do que um ano atrás, enquanto 30% disseram estar na mesma situação.

A melhora na condição financeira das famílias é a principal motivação para se gastar mais nas compras (37%), já que, dos respondentes que exercem atividade remunerada (68%), quando questionados sobre o quão seguro eles se sentem em relação à estabilidade em seu emprego para 2012, 56% afirmaram estar extremamente seguros.

13º salário

Sobre o décimo terceiro salário, 44% disseram que o dinheiro será utilizado para quitar dívidas, enquanto 29% disseram que irão economizar esses recursos. Estas situações ficam mais evidenciadas nas classes sociais D e E e A e B, respectivamente.
Os entrevistados foram questionados sobre as possíveis mudanças no comportamento de compra. Cerca de 43% disseram pesquisar mais antes de comprar, enquanto 34% fazem mais compras online.

Como serão as compras de Natal

Presentes

Entre as prioridades de compras para o Natal, 30% dos entrevistados afirmaram que serão os presentes, especialmente para os filhos. Os cinco grupos de presentes mais votados pelos entrevistados :

• Roupas (74%);
• Sapatos (38%);
• Cosméticos, perfumes e cuidados pessoais (37%);
• Aparelhos eletrônicos, celulares, computadores, tablets, players (37%);
• Jogos, brinquedos e bonecas (32%).

Momento da Compra

A maioria dos consumidores (43%) pretende fazer as compras no início de dezembro, enquanto 30% disseram que a intenção é realizar a partir de agora. A segunda metade de dezembro foi apontada por 13% dos brasileiros. Apenas 8% disseram que pretendem realizar as compras até uma semana antes do Natal.
Canais de Compra

A pesquisa avaliou o comportamento atual dos entrevistados quanto aos canais de compras que pretendem realizar a maior parte de suas compras: 25% afirmaram que as lojas de departamento serão o canal mais utilizado, enquanto 22% apontaram para as lojas de shopping. A internet aparece como o terceiro canal mais citado para a realização das compras, com 21%.

Os canais de internet mais utilizados serão: os sites de compras coletivas, com 54% das preferências, seguindo a onda de crescimento desse tipo de canal; outros 50% farão suas compras por meio dos sites de lojas de departamentos, sendo que esses consumidores estão concentrados nas classes A e B e com idade entre 45 e 54 anos.

As mídias sociais também foram destaque nos resultados da pesquisa. Quando questionados sobre como as mídias sociais fariam parte do processo de compras, 64% disseram que a finalidade é ler opiniões e recomendações de produtos ou lojas e 59% utilizará para pesquisas de preços.

O meio de pagamento prioritário nas compras de Natal ainda será o dinheiro, com 44%, seguido do cartão de crédito, com 29%, e do cartão de débito, com 25%. Desta forma, é possível afirmar que 69% dos entrevistados farão o pagamento à vista.

Fonte: Site Consumidor Moderno

Moda usa criatividade para ganhar espaço no comércio eletrônico

Crescimento e potencial do mercado atraem pequenos players para o mundo digital, como a Daslu, Aviator e Sérgio K, que entraram no mercado há menos de seis meses e já fazem altas prospecções de crescimento

Escolher as peças, levar para o provador e experimentar uma por uma são as ações básicas na hora de comprar roupas. As marcas de moda, no entanto, têm apostado numa maneira menos ortodoxa para vender seus modelos. Se antes o espaço no e-commerce era dominado por grandes players como Marisa e Renner, hoje é cada vez mais comum ver a entrada de pequenos e médios na venda pela internet. Daslu, Aviator e Sérgio K chegaram ao varejo online a menos de seis meses e já conseguem visualizar o quanto a loja virtual pode expandir o negócio.


O momento é bom para a indústria têxtil no meio virtual, mas pode ainda melhorar. De acordo com uma pesquisa divulgada este ano pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi), apenas 2,8% dos 75 milhões de internautas brasileiros compram roupas pela web, o que mostra o enorme potencial do mercado. Sites de descontos e lojas virtuais especializadas, como Privalia, Brandsclub, Posthaus e OQVestir, contribuem para o desempenho e atraem os consumidores que buscam preços competitivos e novidades.

Mudanças de comportamento
A recolocação da categoria no ranking da e-bit indica que os brasileiros estão deixando a desconfiança de lado e se aventurando em uma área já bastante explorada em outros países, como os Estados Unidos, que lideram mundialmente. Um estudo realizado pela rede social Fashion.me, antiga byMK, com os seus usuários, aponta que 25% não realizam compras online por causa de dúvidas relacionadas ao caimento e modelo da peça, já 21% alegam que a insegurança em poder trocar o produto também é um empecilho.

O levantamento mostra ainda que 12% não sabem suas medidas e 21% lembram da questão da segurança no meio virtual. Para acabar com alguns desses problemas, a agência Future Lab, desenvolveu o sistema Find My Size, que funciona como um provador virtual. Com a ferramenta, os consumidores podem visualizar como a roupa ficaria no seu corpo, fornecendo as medidas que serão transferidas para a modelo do site. Uma equipe da agência visita as lojas e tira fotos das peças em um manequim desenvolvido pela empresa, que reproduz mais de 900 posições. O sistema pretende trazer mais segurança para as consumidoras e diminuir o número de trocas, que hoje, segundo a agência, ocorrem em 20% a 35% das compras.


As empresas também buscam alternativas para lidar com as medidas, a OQVestir, por exemplo, mede todas as peças disponíveis e coloca os tamanhos em centímetros no portal. Já na loja virtual da Daslu, as clientes têm à disposição um estilista para ajudar nas compras, assim como nas unidades físicas. “O especialista da marca auxilia na montagem de looks, seguindo uma característica da nossa loja de vender toda a produção pronta. As consumidoras também podem trocar a peça na loja física ou buscamos na sua casa, sem nenhum custo, em até 48 horas”, detalha Manuela Wis, Editora chefe do site da Daslu, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Abertura de Mercado
Seguindo os passos de empresas como a Marisa, que já está há 11 anos no e-commerce de moda, grande parte das marcas enxergam atualmente uma necessidade de vender suas coleções na web. Apesar da desconfiança ainda presente por parte dos consumidores, a conveniência e as promoções atraem os internautas. A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) prevê que, até o fim do ano, 27 milhões de brasileiros comprarão pela internet, sendo que quatro milhões farão sua primeira compra no período.

“Hoje é uma tendência geral. Se você trabalha com varejo, tem que estar na internet. Se olharmos para as marcas de varejo americanas, todas estão no comércio virtual. Não tem como ficar de fora. A Aviator está consolidada no segmento de moda masculina, no Rio de Janeiro, com 24 anos de mercado. Agora, entrando no e-commerce, vamos começar a trabalhar com um público que ainda não conhece a nossa marca, faremos um trabalho para sermos conhecidos em todo o Brasil”, declara Leonardo Helal Veiga, Coordenador de Marketing da Aviator, em entrevista ao portal.


Com o alto potencial do mercado, os pequenos players começaram a vender pela internet em busca de suprir uma demanda já existente. A marca de roupa masculina Sergio K vendia, em média, R$ 100 mil mensais pelo correio aos consumidores de fora das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Brasília e Belo Horizonte, em que a marca possui lojas físicas. “Decidimos abrir a loja online porque já tínhamos um faturamento garantido dos clientes que ligavam fazendo pedidos de várias regiões do país. Existia a certeza que daria certo”, explica Sergio Kamalakian, Empresário da loja Sergio K., em entrevista ao Mundo do Marketing.

Criatividade e atração de clientes
Para o setor, o mais importante é ser criativo e oferecer novidades diárias que atraiam a atenção dos consumidores. A Sergio K. planeja, em dois anos, acabar com as liquidações na lojas físicas e realizá-las apenas no meio virtual. “Sempre tentamos fazer uma diferenciação na compra pela web, enviamos alguns brindes, como preservativos e cartas de baralho”, comenta Kamalakian.


Uma das estratégias adotada pelas marcas é mostrar o produto sendo utilizado por alguém, além de apresentar variedades de tamanhos, cores e diferentes formas de pagamento. “O ambiente é propício para criar algumas ações. Hoje, estamos com o frete grátis e daqui a pouco vamos fazer uma promoção compre certa quantidade, ganhe um brinde”, diz Veiga, Coordenador de Marketing da Aviator.

A divulgação de promoções pelas mídias sociais também é recorrente no e-commerce e é uma ferramenta para conhecer o público-alvo da marca. “Temos um termômetro que são as nossas redes sociais, o Facebook, o Orkut e o Twitter. Um motivo que nos tranquilizou ao lançar a loja virtual era a quantidade de admiradores da Daslu, que entravam na nossa fan page e diziam que não existe a loja na sua região, mas gostariam que enviássemos determinada peça por Sedex. As pessoas de fora de São Paulo querem adquirir uma peça da marca e o e-commerce veio para atender esta demanda”, declara Manuela.

Fonte: Mundo do Marketing – Letícia Alasse

Serviços ganham destaque na estratégia para atrair a classe C

Não está nada fácil conquistar a classe C. De acordo com uma pesquisa recente feita pelo instituto Data Popular com executivos de 210 companhias que faturam acima de R$ 100 milhões, 77% deles admitem que suas empresas não estão preparadas para atrair as classes emergentes. Para se diferenciar e chamar a atenção deste público, a prestação de serviços tem um papel fundamental.
Se há nove anos a relação de consumo da chamada nova classe média brasileira era proporcional, hoje 65,2% do orçamento destes consumidores já responde por serviços. Saem na frente as empresas que souberem decodificar as necessidades e os desejos deste público e superar a expectativa dos emergentes. É o caso do Instituto Beleza Natural e da Universidade Estácio de Sá, que já nasceram de olho no potencial da baixa renda, ou ainda de empresas como Tam, Gol e CVC, que viram a oportunidade de se posicionar para atender este público.

Mudança no padrão de comportamento
Assim como fez a Estácio de Sá ainda na década de 1970, observar as necessidades dos consumidores foi essencial para o sucesso do Instituto Beleza Natural, que iniciou suas atividades em 1993, também no Rio de Janeiro. Mais do que isso, a rede decidiu mudar um padrão de comportamento e mostrar à mulher com cabelos crespos ou ondulados que era possível sentir-se bonita sem alisar os fios.
O carro-chefe da empresa é o Super-Relaxante, que atende em média 70 mil consumidoras por mês nas 11 unidades da marca, presente também em Vitória, no Espírito Santo, e Salvador, na Bahia. Durante uma hora e meia, a cliente passa por todas as etapas de tratamento, culminando na finalização do penteado e podendo também ser maquiada.
“Temos uma área de pesquisa e desenvolvimento grande e fazemos parcerias com as principais universidades do país. Ouvimos o tempo todo as nossas 70 mil clientes para conseguir desenvolver tudo o que é adequado a elas”, ressalta Jacqueline Lopes, Superintendente de Marketing do Instituto Beleza Natural, em entrevista ao Mundo do Marketing.

No Beleza Natural, colaboradoras também são clientes
Os salões do Beleza Natural contam com um espaço de 1.000 metros quadrados e se parecem com uma linha de produção. Em cada etapa do procedimento é observado o problema da consumidora para que a autoestima seja elevada. “Temos tratamentos específicos para que ela se sinta melhor no trabalho, com o parceiro, com as amigas. É um conjunto de relações que ela conquista”, acredita Jacqueline.
Outro fator importante para o sucesso da rede são as próprias colaboradoras. Na maioria das vezes, as funcionárias já eram clientes do Beleza Natural e conhecem a fundo o universo da marca. Elas também são uma espécie de “vitrine” dos tratamentos e geram boca a boca, já que as consumidoras costumam pedir “um cabelo igual ao dela”, quando veem o resultado do tratamento nas próprias cabeleireiras.
“O olhar para a classe C é apurado, mais específico para as necessidades que quer atender. Esta classe é exigente, tem um padrão de qualidade próprio e quer ser atendida de acordo com o perfil que busca”, afirma a executiva do Beleza Natural.

Fonte: Sylvia de Sá – Mundo do Marketing

Shoes4you lança primeira coleção de sapatos na web

Mulheres que não resistem a ter um sapato novo no closet já podem assinar a Shoes4you, que acaba de lançar sua primeira coleção e-fashion de sapatos femininos exclusivos com um modelo de vendas inédito na Internet: a assinatura mensal que dá direito a escolher um sapato por mês a cada coleção lançada. Assinada por três renomadas personal stylists, Priscilla Whitaker, Renata Bacelar e Viviana Ximenes, a coleção de estreia traz calçados com designs que vão do clássico ao arrojado.


Como funciona a Shoes4you – Ao acessar o site pela primeira vez, a usuária irá responder um rápido “fashion quiz”, que formará seu perfil de acordo com seu estilo, preferência e personalidade fashion.

Com seu estilo definido, a Shoes4you disponibiliza uma seleção exclusiva de modelos de sapatos sugeridos por uma das personal stylists. Ali a assinante também recebe dicas de looks, de como, quando e onde usar o sapato escolhido. As mulheres ainda poderão compartilhar suas escolhas e ver o que suas amigas estão comprando via redes sociais.

Quando a cliente fizer sua primeira compra, passa a assinar o serviço mensal, ou seja, contribui com R$ 140,00 por mês para poder escolher e receber um modelo de sapatos de seu showroom mensal. Para as primeiras 10 mil assinantes, o serviço ficará por R$ 120.

Existe também a possibilidade, a qualquer hora, de fazer uma nova seleção de sapatos. Além disso, até o dia 5 de cada mês, será possível “congelar” a assinatura para não efetuar o pagamento da taxa naquele mês. A cliente recebe os sapatos escolhidos em até 7 dias úteis e o frete de envio do produto é gratuito.

Incrível, né?

Veja alguns sapatos da coleção:

Clica aqui: http://shoes4you.com.br/

Informações: Assessoria de imprensa FirstCom Comunicação

As poderosas da Nova Classe Média – Qual o potencial e o que querem as mulheres da classe C

Novo perfil do consumo feminino indica um poder de compra ainda maior


Mais anos de estudos, maior participação no mercado de trabalho e aumento do poder de compra. Estes pontos descrevem o perfil da mulher da classe C, que em 2036 compartilhará igualmente com os homens as despesas domésticas, segundo o Data Popular. A projeção está ligada ao crescimento de renda feminino da chamada nova classe média brasileira nos últimos cinco anos.

Enquanto, as mulheres registraram uma elevação de 25,6% no período, os homens apresentaram uma expansão de apenas 15,1%. No geral, juntas, as mulheres brasileiras deram um salto na sua renda, que passou de R$ R$ 519,3 bilhões para R$ 679,5 bilhões, um aumento de 30,8%.

O que este novo consumidor deseja?
Não é mais novidade que o poder de consumo da classe C aumentou, mas a maior protagonista deste crescimento é a mulher, que passou a investir mais em educação e na sua aparência. De 2004 a 2009, o crescimento da escolaridade do público feminino da nova classe média foi de 65% no nível superior ou acima, o que demonstra a importância do estudo para esta mulher.


O consumo de produtos de beleza foi outro fator importante na construção do perfil da consumidora. Os gastos com cosméticos e derivados, de 2002 a 2010, passaram de R$ 6 bilhões para R$ 19,7 bilhões entre as compradoras da classe C, ao passo que as do topo da pirâmide aumentaram seu consumo de R$ 12,2 bilhões para R$ 15,8 bilhões. Da classe C feminina, 70% acreditam que quem cuida da aparência tem mais chances de sucesso, tanto que 66% delas buscam realizar refeições mais saudáveis e balanceadas e 39% desejam emagrecer.

Como conquistar este novo público
Se há alguns anos, as mulheres da nova classe média sonhavam com computador, casa própria, universidade e viagem de avião, atualmente as ambições vão além. Com maior poder de compra nas mãos, as consumidoras desejam conquistar uma casa na praia, viajar mais, home theater e o próprio negócio. Há ainda uma previsão de que, em 2014, os desejos se tornem maiores, como uma pós-graduação e viagem internacional.


As marcas, no entanto, parecem não ter enxergado o potencial de consumo dessas mulheres e muitas não sabem com se dirigir a este público. A consumidora da nova classe média quer ouvir informações sobre custo e benefício. As marcas têm que justificar porque elas devem consumir determinado produto e apresentar motivos para que elas indiquem para as amigas”, destaca Meirelles.

Fonte: Mundo do Marketing

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